Seja na ficção ou vida real, existem muitas formas de
sermos super-heróis e lutar exaustivamente por uma causa nobre, geralmente
focando nossos poderes sobrenaturais ao bem coletivo. Dentre estes poderes,
claro, está o poder de amar. Sim! Os super-heróis também amam! A experiência de
amar e ser amado é rara e exige heroísmo. Apesar dos heróis não precisarem amar
para exercerem sua missão, quando encontram o amor, a vida se torna mais bela,
mais forte e infinitamente acompanhada!
Se a vida amorosa entre dois super-heróis pode ser
difícil, em vista de os dois viverem a disposição de suas lutas e pouco tempo
restar para gozar de seu leito amoroso, acredito que o grau de dificuldade é
bem maior quando um é super-herói e o outro não.
Fico imaginando as crises que se passavam nas mentes e
corações de alguns casais onde um é herói e o outro não: Homem-Aranha e Mery
Jene, Wolverine e Mariko, Super man e Lois Lane, Ulysses e Penélope, Moisés e Zípora,
entre outros. Todos eles dão exemplo de como é difícil viver um amor híbrido.
Nem sempre escolhemos ser super-heróis, geralmente
esta missão é confiada por Algo ou Alguém Maior. E aí, torna-se quase
impossível resistir. No amor, parece-me que ocorre o mesmo. Pois, quando os
olhos se cruzam, as histórias se encontram e as peles misturam-se em suor,
lágrimas e sabores, não dá pra resistir. É! Quem encontrou um amor, encontrou
um tesouro precioso.
E encontrar um amor, significa andar de mãos dadas com a saudade. Principalmente se este amor for vivido ao lado de um super-herói. “A saudade é o que faz as coisas pararem no Tempo.” afirma Mario Quintana. O tempo, a saudade, a distância, o amor... todos estão conectados em rede e isto me parece consolar os corações dos que se amam e sofrem com a distância. Afinal, é o que temos pra hoje: conectividade!
E encontrar um amor, significa andar de mãos dadas com a saudade. Principalmente se este amor for vivido ao lado de um super-herói. “A saudade é o que faz as coisas pararem no Tempo.” afirma Mario Quintana. O tempo, a saudade, a distância, o amor... todos estão conectados em rede e isto me parece consolar os corações dos que se amam e sofrem com a distância. Afinal, é o que temos pra hoje: conectividade!
Se por enquanto, não é possível trocar beijos, abraços
e outras carícias com a pessoa amada, pelo menos podemos trocar mensagens
virtuais de carinho. Certamente, é isto que faria Ulysses durante sua saga para
demonstrar seu afeto por Penélope. Oxalá que os amantes na contemporaneidade
descubram o consolo que traz a conectividade, para não perderem a sintonia da
preciosidade de amar e ser amado!

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