Uma
vez perguntado: E agora José?
O
mar nos responde que sobra a maré
Por
vezes em alta, agarra a bravura
E
quando está baixa, alarga a ternura
O
barro levanta surgindo o Mauro
Um
F ecoa, um outro José
Os
braços dos rios se abrem em março
O
universo conspira fecundando a fé
Um
marco dilata a pulsar coração
Mistura
água e trigo, o pó e o pão
O
F e o M, crianças no pré
Francisco
e Mauro, se tornam José.

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